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NÃO DEU PRA
SEGURAR !...
J.Carlos Santtana
Cardoso
André namorava
com Zilma a algum tempo e tinham as mesmas intenções quando
tomavam alguma cerveja
juntos,parece que aquela bebida aflorava a libido dos dois e aonde
estava partiam para os entretanto.
Sempre foi assim entre os dois e muitas vezes transaram em lugares
inusitados sem nunca serem pegos em flagrante . Achavam
aquilo uma delicia e uma coisa que ajudava a acender a paixão e
incrementar o namoro entre eles .
Certa vez estavam
em uma festa na casa de uns amigos aonde faziam um churrasco na
parte de cima do sobrado,aonde existia um salão de festas.
A festinha
estava animada e só tinha pessoas da família somente eles não
faziam parte daquela família ,mas era muitos íntimos de todos .
Lá pelas
tantas,depois de terem bebido alguns copos de cerveja e deliciando
com alguns petiscos ,começaram a sentir aquele desejo incontrolável
.Resolveram descer meio a '' francesa'' e foram para dentro do carro
dele,que estava junto com outros na garagem .Ficaram ali naquela
bolinação toda,mas sentiram que não iria ser o suficiente para
acalmar o fogo dos dois . Tinham que achar um lugar e uma maneira de
transarem ali dentro da casa mesmo .
Foram olhar a
sala,aonde algumas crianças estavam brincando e nenhum adulto
estava a vista,pois estavam
entretidos demais lá na parte de cima .
Resolveram
que iria ser no banheiro da parte de baixo,que ficava no corredor
depois da sala . Passaram pelas crianças sem levantar suspeitas e
entraram ambos dentro do banheiro.
Se
atracaram entre beijos e abraços,enquanto as roupas iam caindo ao
chão e finalmente ficaram totalmente nus . Zilma deitou no chão do
banheiro que estava gelado,mas dava uma sensação bem gostosa
devido ao corpo de André sobre o seu,quente e abrasador . Estavam
ali se devorando aplacando aquele desejo
insaciável um dentro do outro como animal no cio, quando
escutaram alguém forçando a porta tentando entrar .Era um daqueles
pestinha que estava na sala querendo entrar no banheiro . Aquilo
aumentou a libido dos dois,com aquela
sensação de
serem flagrados ali se amando . O danado ainda continuou tentando
abrir a porta enquanto eles
gemiam e sufocavam o grito do orgasmo que acabava de vir .
Levantaram
se, ofegante com as pernas tremulas,enquanto decidiam como fazer
para saírem dali . Resolveram que ela sairia primeiro despistando e
indo para a parte externa da casa,enquanto
ele ficaria tomando banho para depois ser a vez dela . O
pestinha já tinha desistido e já não havia ninguém no corredor
,só o murmúrio que vinha da sala,aonde eles brincavam .
Havia
dado tudo certo,mas quando se comete uma coisa dessas,a culpa do
crime permanece na cara.E quando regressaram novamente para a
festa,alguns amigos perguntaram o que havia acontecido,pois eles
estavam com uma feição de que haviam feito alguma
coisa errada .
Eles sorriram por
dentro com certeza de que jamais alguém iria imaginar o que havia
acontecido lá naquele banheiro .
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